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Estudante de Direito
Harisson Felipe
Umuarama (PR)
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Sobre mim
Harisson Felipe da Silva
Estudante de Direito da Universidade Paranaense - UNIPAR - Umuarama/PR;
Conciliador do Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública - Comarca de Umuarama/PR;
Apaixonado por pesquisa.
Publicações
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1
)
Harisson Felipe
Artigo ·
há 12 anos
Eleições, benefícios e corrupção: fracasso!
Sabendo-se da existência de diversos programas assistencialistas, sejam jurídicos ou sociais, há quem diga que tais artifícios visam ao bem-estar social, porém, outros afirmam que é uma forma que...
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Comentários
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11
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Harisson Felipe
Comentário ·
há 9 anos
Banco pode cobrar anuidade de cartão bloqueado?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 9 anos
Devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente, acrescido de correção monetária e juros legais (
CDC
, 42, §único).
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Harisson Felipe
Comentário ·
há 12 anos
Não há nada de errado com a publicidade infantil
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Correto, entendi a opinião de vocês, me fez enchergar diferente.
É que ao ler o texto, essas duvídas vieram na minha cabeça.
Obrigado por exporem suas ideias!
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Harisson Felipe
Comentário ·
há 12 anos
Não há nada de errado com a publicidade infantil
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Belo texto Dra.!
Entretanto, ficou uma dúvida no ar ... E a pessoa necessitada, que realmente quer o bem dos seus filhos, todavia, não tem recurso para dar aquilo que os seus descendentes assistem na TV?
Será que o NÃO para essas crianças seria digno?
É algo para se pensar.
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Recomendações
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Julio Cesar Ballerini Silva
Comentário ·
há 9 anos
O dever que o magistrado tem de ler o processo - e de fundamentar as decisões
Wagner Francesco ⚖
·
há 9 anos
Artigo muito pertinente como sempre. Há questões muito profundas por trás de tudo isso. Em primeiro lugar, tem-se que toda decisão judicial deve ser motivada (artigo 93, inciso IX CF), a exceção que se faz é ao despacho de mero expediente, porque ele tem forma, mas não tem conteúdo de decisão, nada decide, portanto, esse parece ser o caso do objeto do artigo, um caso de despacho (a digna Magistrada, em nome da celeridade dá despacho genérico para evitar a perda de tempo, mas pode sim, haver problemas eis que algumas vezes o cartorário não sabe diferenciar um despacho de uma interlocutória). Por outro lado, há um volume excruciante de demandas para uma máquina judiciária estatal completamente combalida e que não tem condições de se manter. Decisões judiciais começam a ser lançadas de modo massificado, o que garante o sistema em funcionamento, mas pode gerar profundas injustiças, caso a caso. Mas o sintomático em tudo isso é o apelo à grife ministerial. Não obstante existam profissionais sérios em todas as áreas, não podemos presumir que todos os acusadores sejam seres inefáveis e perfeitos. Muitos pedidos são abusivos. Wagner nos brinda com a situação de uma pena de morte, mas eu iria em exemplos mais próximos, por exemplo, um pedido de escuta telefônica para apurar um caso de furto - prova manifestamente ilegítima. Não se pode apostar na grife, partindo do pressuposto que todo acusador é bom e que todo defensor seja mau. Isso é um maniqueísmo de todo indesejável no Estado de Direito.
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Patricia do Carmo Tozzo
Comentário ·
há 9 anos
Banco pode cobrar anuidade de cartão bloqueado?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 9 anos
A Instituição Financeira não pode cobrar anuidade de cartão de crédito bloqueado. Tal cobrança é indevida. A pessoa que se sentir lesada poderá ingressar com uma ação judicial pleiteando o cancelamento do cartão, a devolução dos valores cobrados indevidamente e dano moral, vez que tal prática é abusiva.
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Danilo Kutianski
Comentário ·
há 11 anos
O abandono de clientes na advocacia brasileira
Winicius Lima
·
há 11 anos
Parabéns pelo texto.
A notícia representa um dos vários problemas originários da falta de investigação da cultura organizacional dos escritórios de advocacia.
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